terça-feira, 29 de maio de 2007

Sgt. pepper's lonely hearts club band

Canta passarada!!!

É época de festas! O velho Barro chega a mais uma primavera de vida e nada melhor para comemorar esta data tão especial do que na vitrola o maior disco de todos os tempos (na minha opinião e de muita gente por aí), o "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".


Coincidência ou não, este memorável álbum faz 40 anos no próximo dia 1 de junho. E acho que vale a pena ler a crônica do Joaquim Ferreira dos Santos, no Grobo. Cliquem e esperem carregar a imagem que vale a pena.


Murucututu de novo na área e sem fazer besteira desta vez, ou não.....

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Arrulho

o Pombo tem voz sim... mas não fala muito, vocês sabem.
Venho a este magnífico meio apenas para entreter-vos com...

Linques:

Meu Fotolog, visitem e comentem;

um site em flash legal para criar retratos falados;

e pra quem ainda não conhece entra lá no The FWA.


é isso aí... até a próxima e boa viagem pra todos
vocês no mundo fantástico da internet !

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Tempo

Perspectivas #2

Enquanto o
Trem passa
Indiferente por
Kent Ohio

Aaron Richardson na
Poltrona número
Quarenta e seis
Pensa que um
Dia ele vai morrer e que
Dele nada sobrará senão
Quatro filhos

No assento ao lado
Porém de saia e
Vinte anos mais
Jovem
Stephanie Williams passa a
Mão no cabelo e
Finge que admira a paisagem mas
Apenas arquiteta sua
Próxima cruzada de
Pernas

Bent

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Uma nova era!

uma nova era
tudo passa tudo sempre passará,bom aos amigos passaros q tanto esperavamos pelo retorno desse qrido blog estamos ae novamente,cada vez mais forte,ressurgindo das cinzas e partindo pra um novo começo de vida grande abraçossssssssss boas revoadas.
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sabiá-ave fênix

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Até que chegue a primavera.

Boa semana a todos os pássaros dessa revoada...Mantendo a tradição, volto eu, o Barrão, a postar novamente nas segundas-feiras.
Ando curioso, onde estão os outros pássaros? Murucututu, curió, e até o Corujão, onde estão? Sempre tão presentes nesses voos. E os demais? Albatroz, trinca-ferro, sabiá, quero-quero, dôdô, godero, o pombo, o pardal, onde estão vocês???
SENDO ASSIM, CLAMO EU SUAS PRESENÇAS...VOEMOS CAROS CAMARADINHAS PASSÁROS...


Eu, como todos sabem, encontrei minha Maria-de-barro, e pra ela escrevi um conto. Seu nome, na sua terra natal, quer dizer "primavera clara", e sendo assim acabou por me cativar por completo. Trata-se de um conto, e por isso pensei se seria aqui o lugar de espolo a vocês, porém estará aqui, e essa será minha postagem da semana, leia e divirtan-se ou não leiam e chorem...rsrsrsrsrs...sacanaa...beijos a todos e uma linda semana a todos.
PS: Meu aniverssário está chegando.

ATÉ QUE CHEGUE A PRIMAVERA.


Havia caminhado anos a fio. Caminhava sob uma árida planície, seca, deserta, quase morta. Cuspia um pó triste e amarronzado, cheio de mágoas e ressentimentos.
Às vezes a solidão era desfeita, com sonhos incríveis, de incríveis belezas e purezas. Mas eu sempre acordava, e tão logo voltava a amarga solidão.
Miragens? Tive muita. Oásis, castelos, cachoeiras imensas, mas tudo não passava de poeira e ilusão. Na insanidade febril que teimava em me acompanhar, corria como um louco em direção a maldita miragem, até que me espatifasse ao solo, e de cara ao chão sentisse a areia me penetrar nas narinas, o que a muito e aos poucos já me secava por dentro. Seco eu me encontrava.
Certo dia avistei ao longe, uma árvore completamente seca e praticamente morta. Talvez espelhasse ela o semblante de minha derrota, talvez fosse um sinal de que o fim estava-nos perto, talvez ela estivesse ali para que testemunhássemos concomitantemente nosso fim derradeiro, que sabíamos, era questão de tempo. Corri até ela como se encantado, deslumbrado com aquele ser, que embora seco e aparentemente morto, ainda se encontrava de pé, fisicamente visível e ternamente palpável.
Ela parecia estar ali a um bom tempo. Estava num lugar que era como se numa pequenina ilha, só que ao seu redor a muito não passara se quer um pingo d’água, e se quer um rastro de vida. Pulei pra dentro do local onde estaria o rio, se ali houvesse água, e na euforia da corrida cai ao chão, mas no embalo do momento do encontro, rolei bem rápido e ergui-me adiantando-me até a árvore seca.
Com o olhar fixo e impenetrável agarrei-a num abraço majestoso como dos apaixonados que não se viam a muito por um mal motivo, ou o do filho que abandonara a mãe que, mas tarde o recebe de braços abertos. Enfim, atraquei-me àquela árvore, toda em casca, velha, seca, mas salvadora. Ajoelhado e com o corpo atracado ao seu, me fiz em pranto sobre suas secas raízes, e permanecemos juntos até que se passassem seis luas minguantes. Minguamos juntos.
Enquanto a lua nos vigiava de cima, éramos tomados por uma brisa que a muito não nos vinha, uma brisa leve, sinuosa, inspiradora e de certo modo, bem saudosa.
Ao fim da sexta noite, junto com o amanhecer, senti uma irritação diferente nas narinas. Não eram aquelas centenas de grãos de areia que voavam indiscriminadamente. A brisa trazia com sigo um suave odor. Por alguns instantes tive um ataque de espirros. Já não chorava mais. Percebi então que na ponta de um dos galhos da árvore havia nascido uma folha, ainda tímida, mas nascia, viva, nova, e cheia de esperança.
Meu pranto havia encharcado as raízes, que agora pareciam estar mais fixas ao chão. A terra ao meu redor estava úmida, e a brisa agora era bem mais freqüente.
No dia seguinte, após uma noite fresca e confortável, fui despertado com uma nova companhia. Uma borboleta preta com manchas em vermelho e uma outra toda de um amarelo bem clarinho, mais com algum tom de branco as suas bordas. Pus-me sentado e, perplexo, vi que a margem do rio a minha frente e em todo meu redor, estava cheio de água, já havia várias folhas na minha árvore, e ela transpirava vida.
O dia se passara inteiro bem claro, um claro diferente, mais branco e calmo, e às vezes, de um amarelo um pouco mais intenso, e igualmente claro. E o passei de fronte ao rio, encostado em minha amiga, abraçando meus joelhos, sorrindo aos céus e virado para o oriente. Assim fiquei até pegar no sono.
Foi o canto dos pássaros que me despertou no dia seguinte. E como foi bom acordar com aquele canto lindo, puro e que há muito só o ouvia em meus sonhos. Ergui-me de braços abertos e dando volta em torno de meu próprio eixo, gritei bem alto, “Bom dia, bom dia a todos, bom dia Sol que é majestoso e sua luz é divina e soberana, bom dia minha querida, companheira e amiga árvore a qual nos fizemos âncoras para suportar as maiores e perversas tempestades, as de areia. Bom dia ao lindo casal de borboletas, que ao que me parece, decidiram convidar o resto da turma. Bom dia aos lindos pássaros que me despertaram com todo esse canto encantador, e bom dia a todos que aqui estão...bom dia, BOM DIA...”
Nessa noite dançamos ao som dos pássaros, que acompanhados de uma afinada orquestra de sapos, grilos, cigarras, deixou tudo numa plena comunhão astral, energia e muita vida no ar, tudo isso, sendo iluminado pela esplendorosa Lua, e centenas de vaga-lumes que mais pareciam minúsculas estrelas ao alcance das mãos, e ao fundo o barulho da pequena correnteza que agora se fazia presente no rio.

Depois de observar o céu por alguns bons momentos, cansei e adormeci naturalmente.
...
Com algo batendo na minha cabeça foi que acordei no dia seguinte, e vi que fora uma fruta que caíra de minha amiga, e de imediato, senti a vibração de muita vida ao redor. Havia flores por todos os lados, girassóis, flores-do-campo, damas-da-noite, e tantas outras espécies mais quanto se possam imaginar. Tantos eram os cantos de pássaros que dava pra se perder facilmente com tantas melodias.
O rio tinha uma água muito clara que dava pra ver o fundo, e peixes coloridos se alimentavam de pequenas frutinhas e insetos que pousavam ou caiam n’água. Atirei-me então, meio que de cabeça, meio que de peito aberto, dentro d’água. Foi o melhor banho da minha vida. Percebi que a primavera havia contemplado aquele lugar tão ermo e deserto, percebi que a vida havia tomado conta de tudo de novo, que havia eu de viver e aproveitar a primavera, e toda sua vital energia primaveril.
Enquanto pensava nisso, pulava e jogava água para todos os lados como uma criança, e de repente, de súbito, quedei-me estático. Tinha eu de partir. Tinha eu que abandonar aquele lugar e viver a parte de vida que me cabia, existir para aqueles poucos seres que pudessem me encontrar em meu humilde e curto lapso de vida. Tinha eu de partir e deixar ali toda uma saga melancólica de deserta e sozinha desilusão. Deixar ali a árvore mais valente que já conheci. Deixar enraizado ali com ela meu pranto de vida que se fez planta, e folha, e fruto e que na infinidade espacial das noites minguantes, nos fez um só ser, atados a um mesmo ideal, e juntos vencemos.
Agarrei-me ao seu tronco. Dei-lhe um abraço bem apertado e de coração aberto, e sorrindo despedi-me dela. Pulei dentro da água, pus mais um tanto na boca e pulando, atravessei até a outra margem. Era um lindo campo coberto com flores, tinha um perfume inenarrável, uma plena, calma, e clara espiritualidade no ar. Saí em disparada a correr pelos mais lindos campos coloridos de fina flor, com a primavera a me rodear, a me seduzir, a me trazer a vida, a me enfeitiçar, e a me fazer mais uma vez um ser com alma, com vida, que, aliás, no meu íntimo, já se encontrava por total e há muito, desamparada e perdida. E por fim, na primavera vivi,perdi-me até que adoeci e nela, em seu leito morri.
#########FIM##########



Beijo a todos, uma ótima semana e até.

joão.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Mudança

Perspectivas #1

Por favor
Sorriam
O problema muda mas
A angústia é sempre
A mesma

Tirar nota baixa
Não ter alguém
Não passar no vestibular
Não arrumar emprego
Não ser diferente

Se sentir velho
Não pertencer a um lugar
Não fazer o suficiente
Não ser suficiente

Lembrar dos erros
Não agradar os outros sempre
Não ver recompensa
Não ser feliz

Se é assim a
Angústia não deve ser do
Mundo mas sim da
Cabeça

Grande notícia
Portanto
Convenhamos é

Mais fácil mudar um
Pensamento que é
Feito de
Palavras do que
Mover montanhas de
Pedra e terra

Vou apenas mudar a
Ordem dos termos deste
Poema e
Veja em
Você o
Efeito da
Mudança

Tirar nota baixa não
Ter alguém não
Passar no vestibular não
Arrumar emprego não
Ser diferente

Se sentir velho não
Pertencer a um lugar não
Fazer o suficiente não
Ser suficiente

Lembrar dos erros não
Agradar os outros sempre não
Ver recompensa não
Ser feliz


--Bent

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Mulecóticos Passaróticos


Olá a todos amigos. Foi muito, muito bom mesmo saber que nosso blogg está de volta e que o nosso canal está " no ar " como todo passarinho gosta!

Fiquei muito Feliz com as novidades da viagem do Piriquito a Paris e com o Som que tiramos no último sábado. Foi realmente mágico e Leo estava com uma inspiração BRASUCA-FRANCESA que me comoveu e me fez pensar que vale muito nesta vida conhecer vocês e estar na passarinhada .... é ótimo que possamos compartilhar nossas histórias e nossas vidas, assim como nossos sonhos e nossos instrumentos, memso que longe ou de perto, mesmo que virtual, será sempre REAL!

Concluo então que no meio da correria da vida e das escolhas que podemos ou não fazer, e que fazemos ou não, .... que nós teremos sempre a oportunidade de continuarmos pássaros, amigos, irmãos.

E como a Felicidade é um estado... "estar" devolta aqui é uma honra.

Um grande abraço,

TICO-TICO

terça-feira, 15 de maio de 2007

Sensacional roda de violão, graças ao skipe...

Sensacional terça feira on line... Viva o skipe,m viva Caliu e viva o Papa...seres onipresentes, viva a passarada...Viva a primavera, o outono, viva...Viva o vinho, viva...Viva a amizade e o amor...Viva...Viva...VIVA!!!

Se um dia

Se um dia a melodia
Quem diria, encantasse também
A sua casa, talvez esquecesse a nostalgia
Talvez atirasse pedra na vidraça
Talvez escrevesse a poesia
Ou jogasse fora as nossas taças

Se um dia o passarinho lhe acordasse
Assoviando pra você sua cantiga
E tu na janela empoleirasses
E lamentasse novamente a partida
Esperando que outro dia outro passe
E tape com a peneira essa ferida
Que não para de sangrar e ainda arde.

Se um dia a brisa viesse lhe encontrar
Umedecer seu rosto em fantasia
Era preciso um ventinho aproveitar
Fazer da lembrança alegria
Saber que nada disso vai voltar
Pois cada momento tem sua magia.

Se um dia pela porta espiasse
E chorasse ao ver cena tão íntima
Talvez de um prédio se atirasse
Talvez contasse tudo a sua prima
E calada esperasse, que tudo passe.
A tristeza, os momentos essa cantiga...

fIM...
Beijo a todos e ótima semana...do seu querido joão de barro.

sábado, 12 de maio de 2007

Alooouuuu bateria!!! Ou Viva Shineider...

Je m`appelle Periquitou.

Primeiro de tudo AARRRGHHHHHHhh!!!!!!!! Ufa... Precisava fazer isso. Quantas saudades meus camaradinhas! Tanta coisa pra falar que não sei nem por onde começar. VIVA a vida em todas as suas possibilidades, Trinca-ferro nosso ranzinza mas amado...hheheheh....A primavera chegou, visitei nossa Coruja e sua cumadre numa viagem maravilhosa pela Espanha (Eta ciganada!), troquei de emprego, um dos pilares retornou (Generale 72)...May the force be with you...

SENSACIONAL enerjaizer foi o encontro com meu primo Huguinho e sua piriquita (uhauhauhauhuhaa). Nossa, o que dizer da cidade luz?! Mágico passear pela beira do sena e visitar tanta história e poesia. Degustar aquele rocknroll na île de la Citê a meia-noite regado a bastante vinho graças ao nosso querido jukebox que contagiou todos ao redor. Sem falar naquele sorriso sem-nome que encanta o mundo há centenas de anos. A arte é uma coisa realmente maravilhosa....mas quem não tem olho...Não poderá ver meu flickr onde postarei as aventuras do canário e de sua fiel companheira pelo velho continente: Meu Flickr! (Em breve colocarei as de Paris...)

PS1: Quinta-feira estou indo no show do Sondre Lerche. Para quem ainda nao conheçe vale a dica! O cara é norueguês eu acho, e está lançando seu quinto álbum, que é bem rock comparando com os outros que eram bem indies com influencias bossa-jazz. Se chama Phantom Punch e lembra muito o Elvis Costello com quem excursionou no ano passado. Mas para iniciar vale a pena começar a escutar cronologicamente.

PS2: Por favor não esqueçam de assinar os posts.

do eternamente seu
canarin

terça-feira, 8 de maio de 2007

Como antes...

A volta ao cenário dos pássaros me traz muita alegria e vida, nas horas "perdidas" que passo de fronte a esta máquina. Horas e momentos solitários e as vezes tão monótonos, voltam a ser enterrompido com voos razantes das mais variadas espécies, que, aos poucos, voltam ao nosso viveiro... Um viva a incrível capacidade de voar, VIVA.

AMORES DE BARRO


Fugaz é meu coração tão mal concebido
Tão cheio de vida e tão castigado.
Fatigado da busca infinda.
E da futilidade amarga dos amores passados.

Astuto é aquele que se prende logo a bem amada.
Suga sedo a essência, e sente firme o amor a pulsar.
Pois a sorte do amor perfeito não está de todos ao lado.
E tenha cuidado, pois basta um deslize para o azar se esgueirar.

Se de argila é o seu molde do amor
Junto com suas lágrimas se verá num só barro.
E este, dura pouco. Trata-se de algo meio lama, meio triste, meio terroso.
Fútil será seu amor, um vazio sujo de barro e orgasmos.

Alcem as mãos aos céus quem tem seu amor ao lado e não pagou caro.
Quem não viu desmanchar o amor num gesto banal, coisas que não existem.
Quem sente na vibra do dia a companhia perfeita ao lado e que a tudo persiste.
Pois eu alço as mãos aos céus, e de joelhos caio em terra por só encontrar amores de barro.


FIM

Aêêê.. tamo chegando


Estou feliz de estar de volta ao viveiro também!!
Vou postar uma foto minha aqui pra matar a saudade dos pássaros.
Um abraço à todos,

curió.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Que felicidade!

"A sorrir eu pretendo levar a vida..."
A primavera chegou e, com ela, os passaros!
Com enorme satisfacao, volto a escrever neste viveiro!
Longa vida aos passaros!

Bents

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Voltamos a voar queridos pássaros!!!

Que enorme satisfação é ver esse viveiro denovo no ar...espero que voltre ainda mais intenço, tão cheio de creatividade, informação, casos e causas, e tudo o que ele nos proporciona.
Espero ver todos aqui novamente...cantemos pássaros a enorme alegria de viver cada dia, mesmo sabendo que o corpo nos envelhesse tão mais rápido do que nossas almas...
Amo todos vocês pássaros e canto feliz nesse viveiro de verdadeiros amigos...Ando com muita saudade dos ausentes, fisicamente, pois suas presenças sempre nos enchem de sabedoria e vontade de viver. E quanto aqueles que eu velo sempre, fica o meu desejo de que assim se perdure por muito ainda.
Beijo enorme ao nosso querido trinca-ferro, que quando se caminhva pra cá, pegou uma forte tempestade, mas nada que pudesse o abalar.
Beijo no coração de todos.
OBS: Voltemos também com os mesmos dias, e na segunda eu mando o meu poust.