Verão #1 (final)
Voltar pela segunda vez no mesmo rio. Mesmo lugar. Homem e rio diferentes. Tão fácil comparar o velho e o novo. Nas casas e nas sombras. Lado-a-lado, o novo é estranhamente mais feio. Crescer é inevitável. Mas quão grande um lugar pode ser antes de se tornar outro? Na terra do homem que virou presidente. Um homem que quis crescer, sem se tornar ruim. Ali, o povoado aos poucos invade a serra. Gente honesta, com nenhum outro canto. Para todo problema complexo, existe uma reposta simples, fácil de entender e errada. A saída mais óbvia. Errada. A cachoeira ainda é bela. Parece uma laje dourada. Enquanto a água cai, o tempo se movimenta ao redor. Silencioso e sempre.
bent
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)