sábado, 12 de maio de 2007

Alooouuuu bateria!!! Ou Viva Shineider...

Je m`appelle Periquitou.

Primeiro de tudo AARRRGHHHHHHhh!!!!!!!! Ufa... Precisava fazer isso. Quantas saudades meus camaradinhas! Tanta coisa pra falar que não sei nem por onde começar. VIVA a vida em todas as suas possibilidades, Trinca-ferro nosso ranzinza mas amado...hheheheh....A primavera chegou, visitei nossa Coruja e sua cumadre numa viagem maravilhosa pela Espanha (Eta ciganada!), troquei de emprego, um dos pilares retornou (Generale 72)...May the force be with you...

SENSACIONAL enerjaizer foi o encontro com meu primo Huguinho e sua piriquita (uhauhauhauhuhaa). Nossa, o que dizer da cidade luz?! Mágico passear pela beira do sena e visitar tanta história e poesia. Degustar aquele rocknroll na île de la Citê a meia-noite regado a bastante vinho graças ao nosso querido jukebox que contagiou todos ao redor. Sem falar naquele sorriso sem-nome que encanta o mundo há centenas de anos. A arte é uma coisa realmente maravilhosa....mas quem não tem olho...Não poderá ver meu flickr onde postarei as aventuras do canário e de sua fiel companheira pelo velho continente: Meu Flickr! (Em breve colocarei as de Paris...)

PS1: Quinta-feira estou indo no show do Sondre Lerche. Para quem ainda nao conheçe vale a dica! O cara é norueguês eu acho, e está lançando seu quinto álbum, que é bem rock comparando com os outros que eram bem indies com influencias bossa-jazz. Se chama Phantom Punch e lembra muito o Elvis Costello com quem excursionou no ano passado. Mas para iniciar vale a pena começar a escutar cronologicamente.

PS2: Por favor não esqueçam de assinar os posts.

do eternamente seu
canarin

terça-feira, 8 de maio de 2007

Como antes...

A volta ao cenário dos pássaros me traz muita alegria e vida, nas horas "perdidas" que passo de fronte a esta máquina. Horas e momentos solitários e as vezes tão monótonos, voltam a ser enterrompido com voos razantes das mais variadas espécies, que, aos poucos, voltam ao nosso viveiro... Um viva a incrível capacidade de voar, VIVA.

AMORES DE BARRO


Fugaz é meu coração tão mal concebido
Tão cheio de vida e tão castigado.
Fatigado da busca infinda.
E da futilidade amarga dos amores passados.

Astuto é aquele que se prende logo a bem amada.
Suga sedo a essência, e sente firme o amor a pulsar.
Pois a sorte do amor perfeito não está de todos ao lado.
E tenha cuidado, pois basta um deslize para o azar se esgueirar.

Se de argila é o seu molde do amor
Junto com suas lágrimas se verá num só barro.
E este, dura pouco. Trata-se de algo meio lama, meio triste, meio terroso.
Fútil será seu amor, um vazio sujo de barro e orgasmos.

Alcem as mãos aos céus quem tem seu amor ao lado e não pagou caro.
Quem não viu desmanchar o amor num gesto banal, coisas que não existem.
Quem sente na vibra do dia a companhia perfeita ao lado e que a tudo persiste.
Pois eu alço as mãos aos céus, e de joelhos caio em terra por só encontrar amores de barro.


FIM

Aêêê.. tamo chegando


Estou feliz de estar de volta ao viveiro também!!
Vou postar uma foto minha aqui pra matar a saudade dos pássaros.
Um abraço à todos,

curió.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Que felicidade!

"A sorrir eu pretendo levar a vida..."
A primavera chegou e, com ela, os passaros!
Com enorme satisfacao, volto a escrever neste viveiro!
Longa vida aos passaros!

Bents

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Voltamos a voar queridos pássaros!!!

Que enorme satisfação é ver esse viveiro denovo no ar...espero que voltre ainda mais intenço, tão cheio de creatividade, informação, casos e causas, e tudo o que ele nos proporciona.
Espero ver todos aqui novamente...cantemos pássaros a enorme alegria de viver cada dia, mesmo sabendo que o corpo nos envelhesse tão mais rápido do que nossas almas...
Amo todos vocês pássaros e canto feliz nesse viveiro de verdadeiros amigos...Ando com muita saudade dos ausentes, fisicamente, pois suas presenças sempre nos enchem de sabedoria e vontade de viver. E quanto aqueles que eu velo sempre, fica o meu desejo de que assim se perdure por muito ainda.
Beijo enorme ao nosso querido trinca-ferro, que quando se caminhva pra cá, pegou uma forte tempestade, mas nada que pudesse o abalar.
Beijo no coração de todos.
OBS: Voltemos também com os mesmos dias, e na segunda eu mando o meu poust.