segunda-feira, 12 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Nota Extraordinária
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Um pouco de inferno astral?
Bom, meu aniversário está chegando e digo-lhes que, pra quem não sabe, eu também fico meio triste. E pra mim, isso foi o tal do inferno astral. Será que isso existe? Bom, se existe passou por aqui essa semana e algumas outros no decorrer da vida. Acontece. Mas podem ficar tranquilos pois passa! Até porque não sou muito de remoer tristezas, não na vida real e cotidiana.
Sem muito o que dizer, peguei um poema do fundo da sacola negra para dar-lhes essa semana. Semana um tanto ruim, mas por outro lado, igual a todas as outras, com segunda, terça, quinta sabado ...
Torpor n’alma
Hoje pela manhã,
Por achar que pra nada servia,
Pus num copo todo o veneno que eu tinha.
E um minuto depois, começou a rasgar-me a garganta.
De mãos trêmulas sobre a pia,
Tonteei, e o amargo passado me veio a boca.
Da febre terçã que me consumia, me vieste insana, louca.
Pés formigando tua infeliz substância, triste mulher vadia, vazia.
Caí, e de joelhos me abraçou a infância.
Com o balanço ingênuo do primeiro amor,
E bambeando nessa linha tênue, cai ao chão, e senti intrépido torpor.
Esqueci-me do mundo, dos rostos, e ardi minha maior infâmia.
Pronto. Estou morto. Mal nenhum me alcançará.
E cego, encontrei minha última morada. Eterna namorada.
Centímetros infindos nos unem...”Não haverá sequer uma alma reencarnada?”
E enfim, liderando mil demônios, tu morte, cairá sobre mim, no véu maldito do azar.
##### FIM #####
Ótima semana pra todos nós. Beijo grande no coração de todos vocês.
João de Barro
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Notas Musicais
Notas Musicais
Este espaço nos estimula a escrever sem medo
Nesta página com coragem fugimos do gueto
Sem ordem e regras, nos libertamos de errar até a grafia
Sabemos que os olhos que as observam conhecem individualmente cada mania
Desde as palavras de saudade até um pequeno olá
Contamos uns com os outros mesmo sem saber o que que há
Pai Gilberto apresentou para sua cria
O que o grande Chico dizia
O irmão mais velho abriu “As Portas” com louvor
Apreciando o Jim até se transformar em Doutor
A influência é oriunda de todos os lados
Aprendemos com erros e acertos alternados
Os sonhos são perseguidos por alguns amigos
Que mesmo com a distância nos são positivos
Daqui a vinte anos releremos estes papéis e a saudade baterá
E quando isso acontecer, ficaremos bem ao lembrar
Canário com seu carisma me contou
Sobre aquele grupo de Seattle que me conquistou
Pimentel é apreciador da música com forte paladar
E ao nos encontrarmos, mais um conhecimento está a apresentar
Ao abrir um romance fazemos um esquema de assimilação
Como explicado, associamos a quem temos no coração
A experiência não está dentro dos limites do tempo e são apreendidas
Mas as sensações têm começo e fim, podem ser repetidas e expandidas
Estas características mescladas nos indicam para onde embarcaremos
Estas qualidades somadas nos indicam com quem compartilharemos
João, Guinou, Barro, Casa e alguns outros cognomes referentes
Com carisma uni pessoas diferentes
Possuidor de qualidades tão fortes quanto à do mesmo pássaro citado,
Neste ato, não deixaria de relatar o mulato
Maldita ou bendita percepção de sensibilidade que jaz
Que neste viveiro nos faz buscar a paz
O verbo desconfiar está fora da nossa lista de desejo
Cativar eternos amigos, não somente eu, almejo
Na fala de um para outro provavelmente nunca ouviremos
Do amor permanente entre irmãos que sabemos
A,M, B, L, G, P,R, L. B e J outros que lembraremos em outra ocasião,
Mas que também possui ninhos em meu coração
No meio do silêncio estamos a ouvir o violeiro incansável e sagaz
Que uni este grupo por notas musicais.

