sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Para os índios, cruz e espelho

5 poemas antes de descer a América #3

Durante 365 dias quantas
Vezes você olhou nos
Seus olhos e viu o
Infinito quando
Apenas precisava ver as
Duas semanas
Seguintes?

Eu plantei uma semente há
Muito tempo que até hoje
Não brotou das
Duas
Uma
Água de menos ou
Água de
Mais

--bent

domingo, 25 de novembro de 2007

Columbus

5 poemas antes de descer a América #2

Carimbo nas costas da
Mão para entrar no
Bar da noite anterior que
Ainda não apagou

Honesto eu
Sou assim
Kelly Green
Por favor me diga
Why are you so mean?

Depois do último gole eu
Não vou falar estrangeiro no
Seu ouvido como eu
Fiz

Em vez disso vou
Pedir
Cordialmente
Would you show me your teets?

--bent

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

In Rainbows

5 poemas antes de descer a América #1

Idéias são como vírus que
Se multiplicam em
Mentes distintas

Para não acreditar em mentiras eu
Invento verdades que
Duram semanas, dias ou
Minutos

Em Novembro quando as
Árvores já quase não tem
Folhas um
Dia de sol me faz
Lembrar que existe algo
Real depois do
Horizonte

--bent

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[1] Feliz aniversário meu querido e repatriado Fantasmón. Teria este apelido sido inspirado no antológico traje carnavalesco, 1 lençol com 2 furos, apresentado na "Gafieira infantil de Sexta-feira-da-paixão" do ESI de 1976?

[2] Feliz aniversário "Voz do Passarin". 1 ano hoje! Grande abraço a todos os pássaros! Vamos entoar um glorioso parabéns em nome dessa tão celebrada amizade! E, para os preguiçosos, parafrasearei o antigo Mestre Caroço, "quem não canta bate palma para não ficar à toa"!

terça-feira, 13 de novembro de 2007




Só pra relaxar geralll...rsrsrsrs... uma voltinha de barco com o remador profissional em Madrid, no parque do Retiro. Solzinho nervoso e ainda dei um banhozinho nele só de sacanagem...

Ms. Casota e Fabricio...

Ass: Barrote.

Triste saudade da terra natal.

É com muito pesar que continuo, quase que sozinho( se não fossem a Fênix, bent, e mais alguns esporádicos), a escrever e fazer desse ninho, que nos aproxima ainda mais, que nos faz conhecer mais de cada um, aprebdemos com o saber e a cultura de cada espécie que voa por aqui, pois cada uma tem seu peculiar jeito de voar e de lá de cima enchergar as coisas ao seu modo. E como aprendo meus amigos, com as notícias e opiniões, dicas e curiosidades, artes e culturas, contos, prosas e poesias, enfim, tudo.

Esse ninho é a terra natal de inspiração e de comunicação...um elo que diminui a distância, e é dele todo povoado é que estou sentindo falta. Para amolecer meus dias, e me fazer rir com vocês até mesmo quand estou de frente a essa máquina.

Eu, continuo.

AGENTE DA KGB.

Faz cinco anos que eu morri.
Morri para minha mulher e família.
E já não há mais nada por de’trás da cortina.
Apaguei tudo da memória e hoje nada me aflige.

Trabalhando para o Estado, onipresente.
Visualizei um bem maior, algo ainda impalpável.
Mas acreditei e lutei para alcançar nosso ideal desejado.
E por defender Estado tão populoso, já não sou mais inocente.

Grandioso é o lema e os ideais, revolucionários.
Sozinho, em cada canto do mundo, as doces doses de vodka,
Faziam-me sentir a solidão de uma estrela que vaga perdida noutra órbita.

Estava apagado de todos os arquivos, sejam pessoais, reais e virtuais.
Só eu me entendia na língua ingrata de minha melancólica agonia.
Fiz-me cego, surdo, mudo, para recair ao nada sobre tua fatal soberania.



E mais duas vodkas, por favor!


BEIJO NO CORAÇÃO DE TODOS, BOM FERIADO PARA AQUELES DAS TERRAS DE CÁ E UMA ÓTIMA SEMANA PARA AQUELES DE ALÉM MAR.

vOsSo jOãO dE bArRO!!!