quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O Homem de vinte poucos anos

Ele lembra de coisas que ninguém nunca viu
Abre a porta e deixa entrar a reminiscência pueril


Lá fora o dia já raiou com muita luminosidade
Diante do rosto pálido que não tem mais vaidade


O seu olhar impingido transmite o retrato de sua vida
Infausto por atitudes passadas, deseja a partida


A fuga é sua saída provisória
Ao entorpecer sua memória.
Destruindo sua mente,
Seria a morte a saída permanente?


O Homem Fraco se ocupava durante o dia
Após o crepúsculo, o amor não mais havia


A voz invectiva de sua paixão soava em seus ouvidos
Kantismo de lado, a breve picada provocava gemidos


As alucinações crisálidas o deixavam menos adverso
Mas nessa viagem ele não narrou seu último verso


A fuga foi sua saída permanente
Ao entorpecer sua mente.
Destruiu com danos
Um corpo de vinte poucos anos.

4 comentários:

amolecada disse...

Mais uma vez a ave fênix esquece de assinar.

Um abraço!

Anônimo disse...

otimo post fenix!!!! forte... talvez um pouco triste, mais forte...
fico tranquilo porque sei que renasces das cinzas...

voemos meus caros... é a unica saida... voemos juntos!!!

Anônimo disse...

Ai meu Deus essa ave Fênix voa sim bem alto...Vai Fênix, vai junto ao infinito.



Bijjo no coração de vosso joão.

Anônimo disse...

Manda bala Fênix! Emotion!