

NA RELOJOARIA
Tic tac Tic tac balança o pêndulo.
Marca batida, após, batida.
Marca ele tão inconteste o tempo.
Tempo incansável. Tempo de amor e de partida.
Ao relógio antigo, de barroca silueta.
O tempo lhe parece parado. Estático.
Estagnado como o lado vazio da ampulheta.
Porém, sem titubear, segue ele um tanto amedrontado.
Relógios redondamente atrasados.
De tanto correr atrás do tempo.
Ficaram empoeirados e esquecidos ao balançar do vento.
Tempo que hoje, para mim, passa bem rápido.
Mas muito já se fez ansioso e lento.
Tenhamos calma, pois o tempo é de fato, nosso único alento.
Tic tac Tic tac...
Tic tac Tic tac balança o pêndulo.
Marca batida, após, batida.
Marca ele tão inconteste o tempo.
Tempo incansável. Tempo de amor e de partida.
Ao relógio antigo, de barroca silueta.
O tempo lhe parece parado. Estático.
Estagnado como o lado vazio da ampulheta.
Porém, sem titubear, segue ele um tanto amedrontado.
Relógios redondamente atrasados.
De tanto correr atrás do tempo.
Ficaram empoeirados e esquecidos ao balançar do vento.
Tempo que hoje, para mim, passa bem rápido.
Mas muito já se fez ansioso e lento.
Tenhamos calma, pois o tempo é de fato, nosso único alento.
Tic tac Tic tac...
Beijo no coração de todos os pássaros!
João de barro!
2 comentários:
excelente amigo!
sempre excelente barro!
to no aguardo aqui...
Tempo, sempre ele, o melhor conselheiro. Como diz a letra daquela canção, "às vezes só precisamos ter um pouco mais de paciência".
Muito bom ouvir suas palavras barrote. Elas são sempre um alimento pra minha consciência.
Até breve amigo!
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