domingo, 26 de junho de 2011

Rio de Janeiro

Inverno #1

Uma roda de choro é quase uma rasteira. Com o som da música. Que vai em círculos e termina no mesmo lugar. Para enganar aqueles que acreditam em movimento. Pois se existe algum valor na mudança. Há principalmente naquilo que permanece. Visitantes andam por ali despreocupados. Cheios de vontades que não são perenes. Acreditando em revoluções que se transformarão em mais um clichê. Diante deles, o bandolim. Na praça não tem aviso: por favor desliguem os celulares. Somente a melodia que nunca quis ser contra o progresso. Que nunca quis ser contra coisa alguma. E que talvez por isso tenha ficado. Acima dos homens. Leve.


bent

4 comentários:

João Chorão disse...

Chora meu Bem te vi querido...chora que o bandolin transforma corações... lindas palavras. Emoções musicalmente vividas por todos aqueles que já se arrepiaram ao som de um chorin.

E na dinâmica vida, a roda de choro é uma eterna melodia de emoção e alegria... Saudades !!!! Vamos chorar????

Beijos no coração amigo!!! Na próxima vinda traz o bandolin então.

Quero - quero procurando o controle remoto que Arthurzinho escondeu disse...

Bent cariocando no nevuero paulistano.!!!??


Amigo belos os versos e a menção aos que permanecem, pois isso, é cada vez mais raro num mundo de tantos clichês,
E vê se faz uma força ae pra vir dia 09 vaiz ser prazer te receber.


Abraços
Quero

Anônimo disse...

Chora cavaco, violas e pandeiros! A saudade do tempo de outrora e a vontade dos muitos q virão!

Lindas palavras bent

Rik no Blog disse...

Bom!