quinta-feira, 28 de abril de 2011

Série, Os Pássaros.


Amigos, peço licença ao grande amigo nosso, o Pablo Neruda, para pegar dele a idéia de escrever sobre pássaros. Cada um individualmente.Ele, provavelmente se inspirou unicamente nos pássaros, eu nos pássaros que cada um de nós é, no nosso espírito de comunhão universal. No nosso viveiro.

Quero dar os parabéns a linda Joana, Goderinha linda, que já chegou trazendo muuuuita alegria aos seus pais e a todos nós. Amo a família godero o meu próximo poust será o dessa tão nobre ave.

Hoje, porém, resolvi começar com o primeiro que escrevi da série. Eles são rapidinhos e fáceis de se ler. Aos poucos colocarei também uns do Neruda, para que notem de onde veio a inspiração... Beijo do João de BArro no coração de todos e em especial ao Godero, e suas Goderinhas. Parabéns.

Menino Gaivota.

Mergulha a Gaivota
Rápida e
Sublime.
Como o é a amanhã
que todos os dias
nos conforta.

Molha pescoço
e asas
Pesca.
Peixe na boca
Garante a vida
Até mais tarde

A tarde o doho
Vespertino
Leva consigo
Num bater de asas
Nosso sonho de menino.

e, quem sabe
Bata pra sempre
asas
no vai e vem
do meu
ninho.

segue Gaivota.
Leve contigo
meu amor
e sele pra
o nosso destino.
Nesse lindo sonho de menino.
sonho de menino, Gaivota.

Fim

Beijo no coração de todos. João de BArro.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Feriado Querendo descanso

Amigos bom feriado, curtam os dias e pra se libertar ae vai algumas palavras sabias e ritimadas do Mr.Bob.

abracos saudades de todos

Quero - quero


Redemption Song

Old pirates, yes, they rob I,
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottom less pit
But my hand was made strong
By the hand of the Almighty
We forward in this generation
Triumphantly

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever have:
Redemption songs,
Redemption songs!

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look
Huh, some say it's just a part of it:
We've got to ful fill the Book

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever have:
Redemption songs,
Redemption songs,
Redemption songs!

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our mind
Oh, have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a-the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to ful fill the Book

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever had:
Redemption songs,
All I ever had:
Redemption songs!
These songs of freedom,
Songs of freedom!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A brisa continua....








Para embalar o final de semana q se aproxima... Marcelo Camelo - Toque dela (2011)

Saudades mil de todos vcs passarins
Cana

domingo, 20 de março de 2011

São Paulo

Outono #1

O barulho que é parte de nossas vidas. Num tempo de tantas opções. Canções em anúncios. Websites e cafés. Quantas marcas existem? Toda música tem um nome. Mas nem todo barulho é apenas um. Às vezes tem sentido, às vezes é nenhum. Mas em milhões de Tweets ou Likes. De acordes e suspiros. Existe um ponto a seguir. Um som que todos conhecem. Porém ninguém fala sobre. Que alguns tentam e não conseguem evitar. Uma voz. Isso, o som de uma voz. Que homens e mulheres compartilham, mas ninguém ouve. Porque não tem nome. Porque não vem de fora. E o melhor sentido – ou destino, como queiram chamar – é o que ele indica.


bent

segunda-feira, 14 de março de 2011

Barro's

Amigos, sem ousadia mas aproveitando o gancho certeiro do nosso Canárin sete pele, resolvi expor aqui o meu poema de menos grandeza literária porém com grande sentimento verdadeiro nele esculpido, que fiz após a trajetória devastadora daquelas chuvas de janeiro.

Com o lamento ainda me arranhando o peito, porém com a força que me sustenta com o auxílio das roupas e armas de Jorge sigo em frente. Busca a energia cotidiana em cada um de vocês e, a cada um de vocês, dispõnho meu amor cheio de vida e energia positiva.

Assim eu escrevi:


Da lama. Vidas estilhaçadas.



Por que meu Deus do céu
De Teu Lar, Tua morada
Veio a chuva que tanto castiga
Tanto maltrata e mata?

Se choras a dor do homem
Chora o homem a dor humana
Da perda, da lama, da água
Choramos a desgraçada intensidade de tuas lágrimas

Desculpe-me o descuidado jeito com as palavras
Mas me falta razão, me falta preparo. Falta-me chão.
Falta-me a compreensão e me consomem a dor e o desamparo.

Quanta lama afoga meu povo, sufocando sonhos, vidas.
Quanta cama ficará vazia, pois, deitam-se corpos em covas rasas.
Mãos cavam insanamente atrás de um suspiro, mas só encontram vidas estilhaçadas.


Fim


Beijo gigantesco no coração de todos!

O Barro da alegria, João.