
Foto: O Fluminense / Thiago Lontra
Amigos,
relato aqui um dos momentos mais mercante de minha vida. Vivo, há um menos de quatro dias, a maior tragédia natural da cidade de Niterói. Neste momento de dor e desespero, me pergunto, desnorteado, qual é a nossa parcela de culpa? Não sei qual o limite da desgraça humana, se é que ela existe, e não vislumbro um caminho claro. Passei a semana em escombros e números, contabilizando mortos e histórias que não sei se posso recontar. E ainda não entendi qual é o significado disso tudo. A vida é muito frágil e, sozinho, em meio a mortos e choros, sinto falta de vocês. Um beijo no coração de todo mundo,
Muru.
5 comentários:
desastres naturais são imprevisíveis,
não podemos nos culpar por nada.
Amigo, essa foi uma das tragédias mais marcantes para nós brasileiros nos ultimos dias...mas não a primeira... não a ultima... é claro que ficamos todos tristes, e quanto mais próximos dos casos, mas sofremos junto com as pessoas... porém, podemos viver realmente as verdades da vida... e a verdade é que continuamos todos aqui, juntos, de uma maneira ou de outra...
Encontremos-nos hoje!!! Por que hoje, é sábado!!! SÁBADO!!!!!
Ps: quanto a nossa parcela de culpa: eu não chamaria de culpa, mas de responsabilidade... e de uma maneira ou de outra, todos nós somos responsáveis pelo que acontece no nosso dia a dia... sejamos mais atentos...
Concordo com os comentários acima. Não podemos prever desastres naturais, mas temos responsabilidade para lidar com a situação. Chuvas raramente matam pessoas. O que matam pessoas são casas mal construídas, barrancos e doenças que aparecem pela falta de saneamento. Nossa responsabilidade é construir um futuro no qual mais pessoas tenham melhores condições de vida.
Amigo, é duro ver famílias inteiras mortas de uma vez. Pra vc, que está tão perto, mais ainda.
Vamos tentar mudar nossas atitudes no dia-a-dia desde a cerveja na noitada quando estamos dirigindo até a gimba de cigarro no chão.
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