
Uma moeda ao barqueiro.
Depois da flecha alçada ao peito.
O silêncio. Tortura vazia do adeus.
Honra-se a memória. Um grande feito.
E reza. Cada um para o seu próprio Deus.
Leve contigo, nos olhos cerrados.
E sobre eles, a moeda ao velho barqueiro.
Navegarás por um dia inteiro.
Até que atraque, ainda com medo, do outro lado.
Leves lembranças leves. Sem medo. Sem fuga.
Pois a tristeza o bem afunda.
Enquanto tua alma minha boca beija.
Até breve caro amigo que nessa hora se vai.
Encontre a glória. O amor. A paz.
E, de mãos ao alto, acene tranqüilo para que daqui eu te veja.
O silêncio. Tortura vazia do adeus.
Honra-se a memória. Um grande feito.
E reza. Cada um para o seu próprio Deus.
Leve contigo, nos olhos cerrados.
E sobre eles, a moeda ao velho barqueiro.
Navegarás por um dia inteiro.
Até que atraque, ainda com medo, do outro lado.
Leves lembranças leves. Sem medo. Sem fuga.
Pois a tristeza o bem afunda.
Enquanto tua alma minha boca beija.
Até breve caro amigo que nessa hora se vai.
Encontre a glória. O amor. A paz.
E, de mãos ao alto, acene tranqüilo para que daqui eu te veja.
Beijo no coração de todos!!!
joão de barro.
2 comentários:
Excelente Barrote! Seus textos sempre me fazem parar para pensar. Principalmente neste mundo tão corrido, às vezes descrito em apenas 140 caracteres. A combinação da imagem com o texto ficou muito legal também!
Em breve aparecerei por aí, amigo. Abs!
Sensacional amigo!!! Gosto muito dos seus textos!!! Eles sempre me trazem algo novo!!!
Não pude deixar de me lembrar do nosso querido trinca-ferro, que deixou muitas saudades...
Um grande abraço amigo, e escreva sempre mais, e compartilhe sempre conosco esse seu talento!!!
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